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Biografias de autores - Gonçalves de Magalhães

Nome literário: Magalhães, Gonçalves de.
Nome completo: Magalhães, Domingos José Gonçalves de.
Nascimento: Rio de Janeiro, RJ, 13 de agosto de 1811.
Falecimento: Roma, Itália,10 de julho de 1882.
      Gonçalves de Magalhães
Biografia

Poeta, romancista, contista e jornalista. Domingos José Gonçalves de Magalhães nasceu no Rio de Janeiro em 13 de agosto de 1811. Matriculou-se no Colégio Médico-Cirúrgico da Santa Casa de Misericórdia e, aos 21 anos, freqüentou o curso de Filosofia de Monte Alverne, no Seminário Episcopal de São José. Em princípios do ano seguinte foi para Paris (França). Viajou por toda a Europa e neste tempo escreveu Napoleão em Waterloo. Por volta de 1830, retorna a Paris, começou a escrever na revista Niterói e publica os Suspiros poéticos e saudades, seu livro mais conhecido, que marca o início da nova fase na poesia brasileira. Em 1837, regressou ao Brasil e em 1838 é encenada sua tragédia, Antônio José ou O poeta e a Inquisição, por João Caetano. No ano seguinte, foi representada a tragédia Olgiato, que fez inspirada em um episódio da história de Milão (Itália). Ainda neste ano, traduziu o Otelo de Ducis, para o amigo João Caetano. Em 1837, foi nomeado para a cadeira de Filosofia no Colégio Pedro II, recém-inaugurado, mas não pôde lecionar por falta de alunos e discípulos, por isso, quis formar uma classe de alunos estranhos ao colégio, mas, não obtendo licença, desligou-se da instituição. Em dezembro de 1837, partiu para o Maranhão, como secretário do coronel Luís Alves de Lima e Silva, futuro Duque de Caxias, regressando em 1841 para assistir à coroação do imperador. No ano seguinte, retorna ao Colégio Pedro II dando a aula inaugural de Filosofia. Em 1842, foi para o Rio Grande do Sul, chamado por Duque de Caxias. E em 1846, é lá eleito deputado. Casou-se em 1847 e foi logo após nomeado cônsul-geral e encarregado de negócios interinos no Reino das Duas Silícias (Itália). Neste mesmo ano perde os dois filhos: Domingos e Luís. Começou a escrever a Confederação dos Tamoios, que lhe custou sete anos de trabalho, sendo publicado apenas em 1856, com a ajuda de Pedro II, pela Editora Paula Brito. A obra foi bastante criticada, considerada enfadonha e medíocre pela maioria dos críticos. Quase no fim da vida, em 1876, recebe o título de Visconde de Araguaia. Morreu em Roma (Itália) no dia 10 de julho de 1882.

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