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Biografia:
Em 1875, trabalha como caixeiro. Nesta época colabora em jornais com versos e desenhos
e ensina português. A convite do irmão, o comediógrafo Artur Azevedo, embarca para o Rio
de Janeiro, trabalhando como caricaturista nas redações de jornais políticos e humorísticos.
Lá, cursa a Imperial Academia de Belas Artes. Com o falecimento do pai em 1878, retorna ao
Maranhão, onde colabora na imprensa. Foi um dos fundadores do jornal O Pensador. Volta ao
Rio de Janeiro em 1882, militando ativamente na imprensa. Em 1891, é nomeado Oficial-Maior da Secretaria de Negócios do Governo do Estado do Rio. Em 1895, fez concursos na
Secretaria do Exterior para cônsul, sendo nomeado vice-cônsul, em Vigo, em 1895. Desde
então, não mais publicou um livro, vendendo sua propriedade literária a H. Garnier. Em 1910,
foi promovido a cônsul de primeira classe. Em 1911, sem prejuízo das funções consulares foi
transferido para o posto de Adido Comercial junto às legações do Brasil na Argentina, Chile,
Uruguai e Paraguai.
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