Traducciones de obras de Agustín Moreto
En un mundo cada vez más global, todavía no hemos solucionado la torre de Babel. Este apartado difunde textos de Moreto traducidos a otras lenguas: italiano, francés y portugués (Brasil).
- Intermezzo del ritratto vivo (Entremés del retrato vivo)
- Escrito para el genial actor Juan Rana. La traducción es de Alessandro Ranaldi como parte de su tesis de laurea en la Università di Cassino avalado por Roberta Alviti y María Luisa Lobato.
- Intermezzo scritto da Agustín Moreto per essere rappresentato da Juan Rana e Bernarda Ramírez, che ha come tema principale la punizione alla gelosia per mezzo di uno scherzo fatto al marito geloso. Bernarda, donna Juana nell'opera, racconta a una amica che, ormai stanca della gelosia del marito Rana, gli ha fatto credere di essere un dipinto e vuole metterlo di fronte ai suoi pretendenti. Questi iniziano ad arrivare e Bernarda ordina che mettano suo marito nel mezzo della sala dentro la sua cornice. Entra don Onorato, un cortigiano che porta a Bernarda alcuni nastri per le acconciature, e poi un fanfarone che vuole vendicarsi con la sua spada del marito geloso. Arriva subito un messaggero che dice di portare una lettera di Juan Rana dalla Zarzuela, in cui racconta che sta cacciando e invia a sua moglie, come prova del suo amore, un paio di pernici. Rana, messo nella sua cornice, ha fame e chiede da mangiare, ma Bernarda lo minaccia che così facendo si scioglierà la vernice. Arriva il pittore che si scusa per avergli fatto la bocca un po' troppo grande e la ritocca. Su indicazione di Bernarda tutti ballano il villano en rueda ed elencano i difetti che vedono nel dipinto, mentre il pittore li va ritoccando. Con questo ballo e la riconvenzione per la sua gelosia si chiude l'intermezzo.
Tradução de integrantes do grupo de pesquisa do CNPq Estudos e Traduções de Teatro Espanhol (ETTE), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, coordenado pelo professor Miguel Ángel Zamorano. Tradução ao português da edição de El retrato vivo do grupo PROTEO.
- O retrato vivo (Entremez de Agustín Moreto)
- Tradução de Danielle Theodoro Olivieri e Rafaela Iris Trindade Ferreira.
- Entremez escrito para Juan Rana e Bernanda Ramírez, que tem como tema principal o castigo ao ciúme por meio da burla ao ciumento. Bernarda, dona Juana na obra, conta a uma amiga que, cansada do ciúme de seu marido Rana, o fez acreditar que está pintado e pensa em colocá-lo diante de seus amantes. Assim que começam a chegar, Bernanda ordena que coloquem Rana no meio da sala, dentro de sua moldura. Entra dom Honorato, um cortesão que traz para Bernarda uns laços para o cabelo, e depois um Valentão que quer se vingar, com sua espada, do marido ciumento. Nesse momento, chega um mensageiro que diz trazer uma carta de Juan Rana, que está em Zarzuela, na qual conta que, como estava caçando, enviou a sua mulher, como prova de seu amor, um par de perdizes. Rana, dentro de sua moldura, sente fome e pede algo para comer, mas Bernarda o ameaça dizendo que a pintura será desfeita. O pintor chega e se desculpa por haver deixado sua boca um pouco grande e a retoca. Por sugestão de Bernarda, todos dançam o villano em roda e vão apontando os defeitos que veem na pintura, enquanto o pintor a retoca. Com esta dança e a repreensão ao seu ciúme, se encerra o entremez.
- Entremez do Sininho (Entremez de Agustín Moreto)
- Tradução de Eduarda Vaz Guimarães e Larissa Ribas Biban.
- Entremez de magia. A cena começa com Manuela repreendendo a Escamilla, ignorante, por haver gastado todas as suas economias em um sininho enquanto seu marido se desculpa e tenta fazê-la ver os poderes mágicos do objeto: quando ele é tocado chega a hora de todos e quem o escuta paralisa-se. A mulher deseja experimentá-lo e assim o fazem. Aparecem diversos personagens: dom Bráulio, um galã de pouca importância, vestindo-se para a procissão com a ajuda de um alfaiate; um galã a quem sua dama pede dinheiro e ele se dispõe a dá-lo a ela; dois valentões lutando com espadas e duas mulheres que começam a merendar. O som do sino interrompe as quatro ações e depois de cada uma delas o casal discute. Ao final, quando Escamilla tenta pegar a comida das duas amigas que ficaram imóveis, sua esposa toca o sino como vingança e ele fica com um punhado na boca. Toca-se a música e o feitiço se acaba. A obra termina com o canto final.
El principal motivo que impulsó a realizar la traducción del Entremés del poeta es el hecho de que, si bien autores franceses como Molière o Corneille se inspiraron en algunas de las obras de Moreto para crear La pricesse d'Élide o Le baron d'Abicras, todavía no contamos con traducciones al francés de la producción treatral áurea.
A este respecto cabe señalar el Théâtre espagnol (oeuvres de Calderon de La Barca, Agustín Moreto, Lope de Vega Carpio) y el Théâtre espagnol, traduction française par Simon Nicolas et Henri Linguet, publicadas en París (De Hansy, 1770), aunque muchas de las obras que se incluyen en ambos libros aparecen directamente en castellano.
- Intermède du poète (Entremés del poeta)
- Traducción de Clara Blanc (Université de Montréal).
- El entremés de Moreto, compuesto hacia 1639 según Lobato (1989: 133), se conserva en el ms. 17034 de la Biblioteca Nacional de Madrid y permaneció prácticamente inédito hasta que en 1998 Sánchez Imizcoz lo edita por primera vez.
- Para el presente trabajo, utilizaremos principalmente el léxico del vocabulario clásico, para no alejarse de los términos empleados en el texto original y no cometer anacronismos con el vocabulario. Como traductores, siempre nos encontramos con el dilema de si tenemos que llevar el texto al lector, o llevar el lector al texto. En esta ocasión, intenté no tomar partido por ninguno de los métodos, aunque en ocasiones me he visto «obligada» a añadir alguna nota a pie de página para que quedara clara la procedencia del entremés, pues no hay que olvidar las dificultades propias que acarrea el desfase cultural, además del léxico clásico, para un lector no nativo, pues muchas palabras tienen a menudo varios sentidos y un uso hoy caduco. Especial licencia tomamos para representar la métrica del texto en francés, primer escollo y causa fatal de la falta de traducciones teatrales. Nuestra disculpa por ello.